O filme conta a historia de Lars Lindstrom (Ryan Gosling), um homem tímido e introvertido, que mora na garagem de seu irmão mais velho Gus (Paul Schneider). Lars vive na monotonia sem tentar mudar para melhor. No entanto certo dia ele encontra Bianca, uma missionária religiosa, através da internet. Só que para as pessoas Bianca não é alguém real, mas a réplica de uma mulher, feita de silicone. Mas Lars acredita sem duvida nenhuma que ela é um ser humano, o que faz com que se torne seu apoio emocional. Desse modo Gus e Karin ficam preocupados e decidem procurar o conselho de uma psicóloga, que recomenda que concordem com Lars enquanto ele lida com seus problemas pessoais.
Ryan Gosling (Lars Lindstrom)
Emily Mortimer (Karin Lindstrom)
Paul Schneider (Gus Lindstrom)
R.D. Reid (Reverendo Bock)
Kelli Garner (Margo)
Nancy Beatty (Sra. Gruner)
Doug Lennox (Sr. Hofstedtler)
Joe Bostick (Sr. Shaw)
Liz Gordon (Sra. Schindler)
Nicky Guadagni (Sra. Petersen)
Patricia Clarkson (Dagmar)
Karen Robinson (Cindy)
Maxwell McCabe-Lokos (Kurt)
Billy Parrott (Erik)
Todo o elenco do filme
Roteiro:
Nancy Oliver
Estúdio:
Sidney Kimmel Entertainment
Distribuição:
California Filmes
Desenho de produção:
Arvinder Grewal
Fotografia:
Adam Kimmel
Produção:
Sarah Aubrey, John Cameron E Sidney Kimmel
Edição:
Tatiana S. Riegel
Direção de arte:
Joshu De Cartier
Figurino:
Kirston Leigh Mann
Música:
David Tom
7 comentários para A Garota Ideal
por Bíssigo Ricco
30 de Setembro de 2011
Lars é uma pessoa com sérios traumas afetivos. Orfão de mãe, criado pelo pai, seu irmão foge de casa e depois da morte do pai voltam a viver juntos. Lars tem dificuldade em relaciona´-se com pessoas, tem medo de toques e abraços e se recusa morar na casa com o irmão, embora o irmão e a cunhada façam o possível, ele vive na garagem.
O próprio Lars encaminha sua cura usando um arifício das crianças que é o do "amigo invisível" ele cria Bianca para romper as barreiras socio afetívas, quando sente que está pronto, ele mata-a foi ele quem decidiu que ela adoeceu. Lars não é o único que se apega a objetos, notem que seus colegas travam batalhas ferrenhas por causa de seus bonequinhos de plástico e de pelúcia.
Vocês comentam que o povo brasileiro não tem a capacidade de entender este filme. Concordo. O povo brasileiro é muito evoluido humanamente e não tem capacidade de rir da cituação. É mais comum chorar e se solidarizar com Lars por não ter o mesmo humor maldoso e preconceituoso dos norte-americanos que se diverte a custa da desgraça alheia.
por Marcelo
09 de Junho de 2011
Concordo totalmente com aqueles que disseram se tratar de um drama. O filme retrata de forma emocionante como a sociedade da pequena e melancólica cidade acolhe Lars e também a descoberta por parte do Lars da sua segunda e não menos importante garota real Margot. A cena mais triste do filme é, para mim, a do velório que ocorre na igreja... Como uma amiga disse abaixo: tenho certeza que o povo brasileiro não está a altura para intender a mensagem do filme! Quem assiste o filme e acha que viu uma comédia não entendeu nada, não entendeu nem mesmo a si mesmo!
por Jairo Machado
26 de Maio de 2011
Impressionante como este filme explicita a volta a relidade, conduzida pela analise clara de uma profissional, pelo respeito da comunidade as diferenças e ao sofrimento do seu semelhante. Sublime.
por Mayara
17 de Janeiro de 2011
Esse filme nos faz repensar o como tratar o próximo e saber respeitar as emoçoes alheias, um filme doce e dramatico, recomendo
por Celio
23 de Novembro de 2010
Que idéia maravilhosa, dez para originalidade, a cena do ursinho de pelúcio enforcado onde ele tenta fazer respiração boca a boca é sublime, o filme faz você rir e chorar ao mesmo tempo, para quem gostou do filme recomendo Billy Elliot, são filmes para fica na lente da memória para sempre.
por Alice Carvalho
09 de Agosto de 2010
Como a Gabriela Ponce disse, o filme não é uma comédia. É realmente um drama, que contém algumas cenas engraçadas.
A história é fantástica, porque fala sobre a tolerância, a individualidade de cada um e a sociedade.
Muito bom!
por Gabriela Ponce
26 de Julho de 2009
Sinceramente, o filme não deveria ser considerado uma comédia, é um drama, com cenas sublimes, e com uma linguagem emocional, sutil e profunda.
Infelizmente a maioria do público brasileiro não tem condições de "alcançar" a mensagem do filme, e nem cultura para "entender" esse estilo que, mesmo forjado de graça em alguns momentos, é super denso e dramático.
Fica a dica, para os que ainda vão assisti-lo e que esperem sair do filme às gargalhadas, a esses será uma decepção. Eu já o tinha visto nos EUA dois anos atrás, e mesmo assim, assistindo-o de novo saí do cinema emocionada.
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