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FILME CONAN - O BÁRBARO

FICHA - FILMES DE CINEMA

Capa fundo Capa do filme Conan - O Bárbaro

CONAN - O BÁRBARO

Título original:

Conan The Barbarian

Duração:

90 minutos (1 hora e 30 minutos)

Gênero:

Ação / Aventura

Direção:

Marcus Nispel

Ano:

2011

País de origem:

EUA

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Filmes de Cinema - Opções do filme

Data de lançamento:

Classificação indicativa

SINOPSE (resumo do filme)

O maior e mais lendário bárbaro de todos os tempos está de volta. Prosperou e evoluiu para oito décadas consecutivas na imaginação do público em quadrinhos, jogos, tela grande e pequena - explorar Conan na Era Hiboriana será como nunca, seu mundo ganhou vida em um filme em 3D colossal, cheio de ação de aventura. A busca feroz do guerreiro cimério começa como uma vingança pessoal, mas logo se transforma em uma batalha épica contra seus rivais hukking, monstros, e situações impossíveis, Conan é a única opção para salvar as grandes nações da Hyboria de uma invasão Sobrenatural.

ELENCO

OUTRAS INFORMAÇÕES

Classificação indicativa:

Não recomendado para menores de 14 anos

Roteiro:

Thomas Dean Donnelly, Joshua Oppenheimer, Sean Hood, Robert E. Howard

Distribuição:

Califórnia Filmes

CONTEÚDO RELACIONADO

55 comentários para Conan - O Bárbaro

por helberth vitor

03 de Janeiro de 2013

quem assistiu os classicos conan-o barbaro e conan-o destruidor com arnold schwaznegger nao tem como gostar dessa patetica versao de conan com jason mamoa!

por Lu

16 de Agosto de 2012

Quem curte filmes de ação mais antigos deve gostar desse! É bem violento e o desenrolar da hitoria é previsível, mas vale a pena conferir!

por cessar augusto

13 de Agosto de 2012

O que eu sei, é que, na era do aço, não existia binocolo, barril com gasolina no ponto de explodir e nem carroça com estilo de filme de gang bang. Acabaram o conan.só espero que o proximo filme não tenha nave espacial,carros explodindo e canhão,esse diretor não tem noção de quem é CONAN

por Alvaro Francis

13 de Fevereiro de 2012

Definitivamente! Jason momoa deixou o arnold no Châo,já que é pra Comparar um co o Outro,Tenho 35 anos aos meus 8 anos tinha e Tenho algumas espadas Selvagens,muito Fâ e Tal mas o Filme antigo so valia pela apresentação de Schwaznegger,Mass este Novo sim é O Barbaro que Gostaria de Ver!!! Nâo Vejo a Hora do segundo filme Sair! do Jeito que Conan é Brutal e Sentimental!

por julio

23 de Janeiro de 2012

A primeira seqüência de ?Conan ? O Bárbaro? Conan the Barbarian, EUA, 2011, sem contar o prólogo, dá uma boa idéia dos 113 minutos que vêm pela frente. Um narrador anônimo ? que em momento algum dá as caras ? nos informa a respeito de um guerreiro lendário que ?nasceu dentro de uma batalha?. A seqüência nos mostra quão literal é a sentenção. Entre braços decepados e jatos de sangue, observamos o bárbaro Corin Ron Pearlman abrindo a barrigão da esposa para permitir que ela, após ceifar a vida de dois ou três adversários mesmo prestes a dar à luz, possa ver o bebê antes de fechar os olhos para sempre. Antes mesmo de ter o cordão umbilical cortado, o pequeno Conan encontra o peito da mãe. E sorve sangue, ao invés de leite.

O modo com o diretor Marcus Nispel encena o nascimento inverossímil poderia funcionar como um catálogo de técnicas narrativas sobre como impedir que o espectador estabeleça alguma empatia com um filme assim. As interpretações são teatrais, exageradas, empostadas em tom artificial de declamatório e continuam assim pelo resto do filme. A câmera filma o casal e o bebê colada aos rostos dos atores, deixando a imagem chapada e sem profundidade na maior parte do tempo ? um erro imperdoável para um filme em 3D. A batalha, feroz até que a mulher comece o trabalho de parto, abre uma espécie de clarão para que ela possa ter o filho com certa tranqüilidade, um absurdo reforçado pelo caos absoluto estabelecido nas primeiras imagens da cena. Até mesmo os sons da batalha, que poderiam envolver o espectador e sinalizar que a luta continuava, são amortecidos e ouvidos apenas ao longe.

Antes mesmo dessa abertura desastrosa, ?Conan? já dava sinais de que não passaria de um equívoco cinematográfico. O prólogo, que estabelece a ação dramática num local e num tempo lendários, proporciona uma exposição rasteira, criva o espectador com uma série desnecessária de nomes de cidades, continentes, tribos e pessoas, tudo por cima de uma seqüência pavorosa de imagens de mapas, num arremedo muito mal disfarçado de ?O Senhor dos Anéis?. Esse arremedo inclui a existência de um artefato mágico capaz de dar poder total sobre o mundo lendário àquele que reunir as diversas partes desse objeto, o que firma o longa-metragem como mais uma tentativa de lucrar sobre o sucesso da série de Peter Jackson.

Mais à frente, quando Conan Jason Momoa finalmente cresceu e se tornou um guerreiro adulto metrossexual, do tipo de usa sobrancelhas delineadas e está sempre cheiroso e de banho tomado, o filme abre uma segunda linha narrativa tradicional ? uma história de vingança, em que o protagonista embarca numa jornada suicida para vingar uma morte na família. O responsável pelo crime, evidentemente, é o líder de um bando de ladrões Stephen Lang que também calha de estar tentando recuperar a antiga jóia perdida, o que lhe poderá dar não apenas controle sobre o mundo, mas também a oportunidade de ressuscitar a esposa. Em resumo: ?Conan? é uma mistura mal-ajambrada de ?O Senhor dos Anéis? com ?Gladiador?, somando-se pitadas de ?A Múmia? e alguma nudez feminina.

Tudo isso seria passável se Nispel ao menos filmasse com segurança e alguma inventividade visual. Não é isso que se vê. O diretor usa pouco um dos maiores trunfos dos filmes realizados em três dimensões o efeito de profundidade e erra a mão na montagem, filmando batalhas e lutas de espada à base de cortes rápidos e mudanças radicais no eixo da câmera. Seu elenco também é muito fraco, em particular o inexpressivo Momoa, que não consegue dar vida ao guerreiro supostamente atormentado que é Conan. O personagem icônico dos quadrinhos, imortalizado por Arnold Schwarzenegger no belo filme de John Millius, mais parece um fanfarrão primo de Jack Sparrow do que o lutador sombrio e furioso das encarnações anteriores. Tantos equívocos justificam o fracasso de público somente US$ 20 milhões em quatro semanas nos EUA, após gastar U$ 90 milhões e de crítica 22% de aprovação, ou reprovação, no Rotten Tomatoes.

Essa e a opinião da critica especializada, minha opinião, o filme é uma bosta do começo ao fim, ridiculo, me perdoe quem gostou disso, mas quem conhece ou ja leu algum gibi do conan, acho que compartilha da mesma opinião!!!

por bia

12 de Janeiro de 2012

filme muito loco
adorei!!!

por vanessa

08 de Janeiro de 2012

adorei esse filme!!!

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