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FILME MINHA VIDA SEM MIM

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Capa fundo Capa do filme Minha Vida Sem Mim

MINHA VIDA SEM MIM

Título original:

My Life Without Me

Duração:

106 minutos (1 hora e 46 minutos)

Gênero:

Drama

Direção:

Isabel Coixet

Ano:

2003

País de origem:

ESPANHA

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Filmes de Cinema - Opções do filme

Data de lançamento:

Classificação indicativa

SINOPSE (resumo do filme)

Ann é uma jovem mãe de duas garotinhas, com um marido que passa mais tempo procurando emprego do que trabalhando, uma mãe com um coração partido que a transformou numa mulher amargurada e um pai que está há dez anos na cadeia. Enquanto qualquer garota de sua idade está se divertindo, Ann trabalha todas as noites na limpeza de uma universidade onde nunca terá condições de estudar de dia. Depois de passar mal um dia, ela descobre que tem uma doença grave. Sem contar a ninguém, começa a fazer uma lista de tudo quanto sempre quis fazer mas nunca teve tempo ou oportunidade. E começa uma trajetória em busca de todos os seus sonhos, desejos e fantasias. Mas sempre imaginando como será a vida sem ela.

ELENCO

OUTRAS INFORMAÇÕES

Classificação indicativa:

Não recomendado para menores de 12 anos

Roteiro:

Isabel Coixet, Baseado Em Livro De Nancy Kincaid

Estúdio:

El Deseo S.A. / My Life Productions Inc. Milestone Productions Inc. / SLU

Distribuição:

Imagem Filmes

Desenho de produção:

Carol Levallee

Fotografia:

Jean-Claude Larrieu

Produção:

Esther García E Gordon McLennan

Edição:

Lisa Robison

Direção de arte:

Shelley Bottom

Figurino:

Katia Stano

Música:

Alfonso Vilallonga

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3 comentários para Minha Vida Sem Mim

por Edson

14 de Abril de 2012

UM FILME TOLO EM TODOS OS SENTIDOS: UM SUFLÊ DE VIDAS MISERÁVEIS, UMA PORÇÃO DE DECISÕES SEM SENTIDO DIANTE DA MORTE. A heroína isola-se, não conta a ninguém, arranja outro relacionamento, corneia o marido de forma indecente, apesar do mesmo ser um banana. O amante, após sua morte,a ver navios, super apaixonado por ela, mas ele próprio é outro vida-torta. O pai, 'puxando cadeia' por asssassinato, incapaz de amar quem quer q seja, nem ao menos demonstra a menor alegria qdo a filha o visita no cárcere. A mãe, super-deprê, cheia de neuroses, amargurada, não sabe amar nem as netas. As duas filhas brigam o tempo todo e, finalmente, o médico é um besta que nem ao menos sabe dar a notícia ruim não gosta à paciente e, por isso, não a olha nos olhos.
Talvez eu seja vesgo, mas o que essa diretora maluca queria transmitir à platéia. Pusesse esse tema na mão de um Almodóvar e teríamos um grande filme. A menos que a mensagem fosse 'a família americana está um trapo' e aí o nome seria... "A Família Trapo".

por prof. kenji

16 de Novembro de 2011

um grande roteiro sem dúvida!! muito bom trabalho da diretora e também uma grande interpretação de sarah polley que, até então, só tinha vistos em filmes sem grande expressão. sempre que falo sobre o tema da estética da existência com meus alunos eu passo esse filme, como que para ilustrar como o que torna a vida mais autêntica no sentido de essencializa-la ´´e o elemento mais peculiar da condição humana: a morte.

por Luciana Leite

07 de Novembro de 2009

Olá, me chamo Luciana e achei o filme simples mas, ao mesmo tempo rico, trazendo propriedades da vida comum e corrente...- o fime traz uma mensagem muito importante.
-Se não fazermos o que gostamos certamente morreremos de câncer!!!! Abç a todos.